Olá!!!
Como estão todos?
Passei para avisar que não estou mais conseguindo fazer publicações de imagens nesse blog, por isso criei o Vamos educacar 2... visitem e se gostarem pode seguir.
O link é bem parecido é só acrescentar o 2. Ficou assim: http://vamoseducar2.blogspot.com .
Bjs para todos e fico aguardando a visita.
domingo, 15 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Congresso promulga a emenda constitucional que acaba com a DRU
O Congresso Nacional promulgou, em sessão solene, nesta quarta-feira, 11, em Brasília, a Emenda Constitucional nº 59, que determina o fim gradual da incidência da desvinculação das receitas da União (DRU) sobre os recursos federais para a educação até a extinção do mecanismo, em 2011. Desde 1994, a desvinculação retira 20% do total dos recursos que deveriam ser destinados obrigatoriamente à educação.
Com a emenda, esse percentual cai para 12,5% no exercício de 2009 e diminuirá para 5% em 2010. Não haverá mais a incidência a partir de 2011. Assim, serão cerca de R$ 9 bilhões a mais no orçamento da educação.
Além da revinculação dos recursos para a área, a emenda determina a ampliação da obrigatoriedade do ensino a todas as etapas da educação básica. Hoje, as matrículas são obrigatórias dos seis aos 14 anos de idade. A emenda constitucional prevê a universalização do atendimento também na educação infantil e no ensino médio, ao ampliar a obrigatoriedade aos alunos entre quatro e 17 anos. A universalização deve ser implementada por estados e municípios, com o apoio do Ministério da Educação, até 2016.
De acordo com o texto, os alunos entre quatro e 17 anos terão o apoio de programas suplementares do MEC atualmente destinados apenas aos matriculados no ensino fundamental e médio. Portanto, recursos do transporte e da alimentação escolares, dos programas do livro didático e de assistência à saúde serão estendidos a todos os estudantes da educação básica pública.
Outra mudança fixada no texto diz respeito ao Plano Nacional de Educação (PNE). “A emenda obriga que o legislador faça constar metas no PNE de acordo com proporção pré-fixada do PIB”, explica o ministro Fernando Haddad, que participou da cerimônia de promulgação.
Na visão de Haddad, as medidas aprovadas hoje pelo Congresso são uma decisão histórica. “Essas mudanças constitucionais aprimoram a legislação de maneira suprapartidária e republicana”, comemorou.
Maria Clara Machado
fonte: http://portal.mec.gov.br
Com a emenda, esse percentual cai para 12,5% no exercício de 2009 e diminuirá para 5% em 2010. Não haverá mais a incidência a partir de 2011. Assim, serão cerca de R$ 9 bilhões a mais no orçamento da educação.
Além da revinculação dos recursos para a área, a emenda determina a ampliação da obrigatoriedade do ensino a todas as etapas da educação básica. Hoje, as matrículas são obrigatórias dos seis aos 14 anos de idade. A emenda constitucional prevê a universalização do atendimento também na educação infantil e no ensino médio, ao ampliar a obrigatoriedade aos alunos entre quatro e 17 anos. A universalização deve ser implementada por estados e municípios, com o apoio do Ministério da Educação, até 2016.
De acordo com o texto, os alunos entre quatro e 17 anos terão o apoio de programas suplementares do MEC atualmente destinados apenas aos matriculados no ensino fundamental e médio. Portanto, recursos do transporte e da alimentação escolares, dos programas do livro didático e de assistência à saúde serão estendidos a todos os estudantes da educação básica pública.
Outra mudança fixada no texto diz respeito ao Plano Nacional de Educação (PNE). “A emenda obriga que o legislador faça constar metas no PNE de acordo com proporção pré-fixada do PIB”, explica o ministro Fernando Haddad, que participou da cerimônia de promulgação.
Na visão de Haddad, as medidas aprovadas hoje pelo Congresso são uma decisão histórica. “Essas mudanças constitucionais aprimoram a legislação de maneira suprapartidária e republicana”, comemorou.
Maria Clara Machado
fonte: http://portal.mec.gov.br
Inscrições para vagas de professores temporários em 2010 são prorrogadas até 13/11
Candidatos à contratação devem manifestar interesse nas diretorias de ensino das regiões onde têm interesse de trabalhar
O prazo para inscrições de docentes interessados em participar do processo de atribuição de aulas/classes na rede estadual em 2010 foi prorrogado até o dia 13 de novembro. Os candidatos devem se apresentar nas Diretorias Regionais de Ensino de sua preferência.
A Portaria–DRHU 72, expedida pela Secretaria de Estado da Educação, no último dia 13 de outubro, dispõe sobre o cronograma e as diretrizes do processo de atribuição de classes e aulas para o próximo ano letivo. “Com essa Portaria, estamos facilitando o acesso de todos os candidatos às vagas de professores da rede estadual de ensino e melhorando a dinâmica das atribuições de classes e aulas”, afirmou o secretário Paulo Renato Souza.
Os candidatos à contratação devem ter diploma de Licenciatura ou ter diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior ou ser aluno do curso regular de Licenciatura Plena.
Esses candidatos ainda farão uma prova de classificação, com inscrição via Internet até o dia 20 de novembro no portal da Vunesp (www.vunesp.com.br), órgão responsável pela aplicação das provas. As datas e horários da realização dos exames serão anunciados oportunamente.
Titulares de cargo devem se apresentar em escola
Os titulares de cargo classificados nas escolas devem optar pela jornada de trabalho que desejam exercer em 2010, fazendo a inscrição na própria unidade escolar onde atuam, entre os dias 1º e 11 de dezembro. Estes professores não participarão do exame.
Os cronogramas das fases de classificação dos inscritos e de atribuição de classes e aulas do processo do ano letivo de 2010 serão estabelecidos em Portaria–DRHU que se publicará oportunamente.
Saresp terá novas datas
Instituição responsável pela realização das provas não cumpriu prazo previsto em licitação
As provas do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), previstas para os dias 10, 11 e 12 de novembro, foram adiadas nesta segunda-feira (09/11). A medida foi tomada depois que o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), empresa que venceu a licitação para realização do Saresp, avisou à Secretaria de Estado da Educação que não conseguiria cumprir os prazos definidos pelo contrato, inviabilizando a data programada inicialmente. O comunicado foi feito na noite de sábado (07/11), mobilizando o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, e coordenadores da Secretaria envolvidos no processo, que se reuniram no final de semana para buscar uma solução. As provas foram remarcadas para a próxima semana, nos dias 17, 18 e 19 de novembro, obedecendo a mesma ordem de aplicação: português, matemática, história e geografia, respectivamente.
No domingo (08/11), o próprio secretário visitou a gráfica onde as provas estão sendo impressas e empacotadas e destacou uma equipe da Secretaria para coordenar e supervisionar o trabalho, inclusive durante o período noturno, na tentativa de resolver o atraso na entrega do material. Cerca de 200 alunos da Escola de Formação de Soldados da Polícia Militar também foram escalados para auxiliar no processo logístico. Além deles, outras 150 pessoas foram mobilizadas pela Secretaria e se juntaram à força tarefa.
Na quarta-feira (04/11), em reunião convocada pelo secretário com a diretoria técnica do CAEd, nada foi mencionado pela empresa sobre problemas com o prazo de entrega do material, o que fez com que a Secretaria fosse pega de surpresa com o comunicado três dias depois. Mediante o ocorrido, a Secretaria tomará as medidas legais previstas no contrato.
Empresa vencedora da licitação para realização do Sarep este ano, o CAEd é um órgão integrante da Universidade Federal de Juiz de Fora, de Minas Gerais, que há muitos anos realiza a avaliação naquele Estado e tem ganhado outras licitações pelo Brasil afora, sendo bem conceituada no mercado.
Este ano, contudo, o Saresp exigiu uma logística maior em virtude da inclusão de novas disciplinas e adesão de alunos de escolas municipais e particulares. Ao todo, farão a avaliação este ano 2.474.817 estudantes, sendo 1.780.122 de escolas estaduais, 625.950 de escolas municipais e 68.745 de escolas particulares. Mais de 20 tipos de avaliações por série e disciplina foram preparadas como medida de segurança contra vazamento, o que prevê a impressão de cerca de 7 milhões de provas. A postergação em nada deverá afetar a qualidade da avaliação educacional do estado de São Paulo.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Origem do Natal e o significado da comemoração
O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.
As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.
Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.
A Árvore de Natal e o Presépio
![]() | Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período. Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta. |
Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.
O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.
O Papai Noel : origem e tradição
Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
A roupa do Papai Noel
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.
Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países
- Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).
O Pato (Toquinho)
Lá vem o pato
Pata aqui, pata acolá
La vem o pato
Para ver o que é que há
O pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De jenipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi pra panela
Pata aqui, pata acolá
La vem o pato
Para ver o que é que há
O pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De jenipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi pra panela
Segue também o vídeo, é uma graça para trabalhar com as crianças, eles adoram!!!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Senado avalia projeto de 14º salário para professores da rede pública
Fonte: Agência Senado
Os profissionais da educação básica da rede pública de ensino poderão ter direito a um 14º salário. O substitutivo ao projeto de lei (PLS 319/08), que cria o benefício, poderá ser votado na próxima terça-feira (3) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), que se reúne a partir das 11h. O projeto é de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) e teve como relator o senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que apresentou um substitutivo.
O projeto estabelece que para ter direito ao 14º salário em dezembro os profissionais da educação básica pública precisarão elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de sua escola em pelo menos 50%. O benefício também será pago aos profissionais que alcançarem o Ideb igual ou superior a sete. O projeto ainda estabelece que o pagamento do 14º salário deverá ocorrer até o final do semestre subsequente ao da publicação dos resultados do Ideb.
O relator da matéria assinala em seu voto que valorizar os profissionais da educação é a principal medida indicada por especialistas para elevar a qualidade da educação básica. Perillo observa, no entanto, que, conforme a Constituição, é de competência privativa do presidente da República a proposição de leis que disponham sobre a remuneração dos funcionários públicos da administração direta e autárquica.
Por analogia, explica o relator, as Constituições estaduais, a Lei Orgânica do Distrito Federal, bem como a dos municípios, reservam essa iniciativa aos respectivos chefes do Poder Executivo. Ele apontou várias impropriedades no projeto original e apresentou um substitutivo, conferindo caráter autorizativo à matéria, sustentado pelo Parecer nº 527/98, da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
"Também incluo norma que subordina o pagamento da bonificação à prévia consignação, nas respectivas leis orçamentárias, das dotações necessárias à sua concessão. Sugiro que seja fixado em seis o índice-meta para o recebimento da gratificação, mantida a norma original de premiação dos profissionais da escola que aumentar em 50% seu índice anterior", acrescenta o relator.
A CE também poderá analisar o relatório do senador Papaléo Paes (PSDB-AP) ao projeto de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que cria a Comissão Nacional de Avaliação de Material Didático. De acordo com a proposição (PLS 63/03), a comissão teria a incumbência de examinar o material didático utilizado nas escolas públicas e privadas de educação básica.
Paim argumenta que o objetivo do exame é evitar conteúdos preconceituosos ou discriminatórios, notadamente quanto a questões de raça, cor, etnia, religião, nacionalidade, deficiências, gênero e orientação sexual. Em relação à composição do colegiado, o senador procurou assegurar a participação de representantes de órgãos federais, dos sistemas de ensino e de entidades da sociedade civil de algum modo envolvidas com o tema. Ele incluiu ainda especialistas ou estudiosos de áreas de História, Sociologia e Antropologia, que, quando convocados, farão jus a verbas de transporte, diárias e jetons de presença a serem fixados no regulamento.
Fonte:
Agora estou com um novo picasa:
http://picasaweb.google.com/ amadeililian
http://picasaweb.google.com/ lilian.moreira
Visite!
http://picasaweb.google.com/
E para quem ainda não sabe o antigo é:
http://picasaweb.google.com/
Visite!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
QDivertido.com.br
Clicando em: http://www.qdivertido.com.br/Faça a dobradura, cante a música e depois grifes o nome dos animais que há no Sítio do Seu Lobato
SEU LOBATO TINHA UM SÍTIO IA, IA, Ô!
E NO SEU SÍTIO TINHA UM CACHORRO, IA, IA, Ô!
Era AU, AU, AU PRA CÁ
ERA AU, AU, AU PRA LÁ
ERA AU, AU, AU, PRA TODO LADO, IA, IA, Ô!
SEU LOBATO TINHA UM SÍTIO IA, IA, Ô!
E NO SEU SÍTIO TINHA UMA GALINHA, IA, IA, Ô!
ERA COCORICÓ PRA CÁ
ERA COCORICÓ PRA LÁ
ERA COCORICÓ PRA TODO LADO, IA, IA, Ô!
SEU LOBATO TINHA UM SÍTIO IA, IA, Ô!
E NO SEU SÍTIO TINHA UMAVACA, IA, IA, Ô!
ERA MU, MU, MU PRA CÁ
ERA MU, MU, MU PRA LÁ
ERA MU, MU, MU PRA TODO LADO, IA, IA, Ô!
SEU LOBATO TINHA UM SÍTIO IA, IA, Ô!
E NO SEU SÍTIO TINHA UM PATO, IA, IA, Ô!
ERA QUÁ, QUÁ, QUÁ PRA CÁ
ERA QUÁ, QUÁ, QUÁ PRA LÁ
ERA QUÁ, QUÁ, QUÁ PRA TODO LADO, IA, IA, Ô!
IA, IA, Ô
IA, IA,Ô
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A galinha do vizinho

A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, bota três,
Bota quatro, bota cinco, bota seis,
Bota sete, bota oito, bota nove,
Bota dez!
Brincadeira:
Com ela, a turminha vai aprender a contar
_ PARTICIPANTES: No mínimo dois.
_ ORGANIZAÇÃO Em roda.
_ COMO BRINCAR As crianças cantam a música e ao chegar ao número dez dão um pulo e se agacham.
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, bota três,
Bota quatro, bota cinco, bota seis,
Bota sete, bota oito, bota nove,
Bota dez!
Brincadeira:
Com ela, a turminha vai aprender a contar
_ PARTICIPANTES: No mínimo dois.
_ ORGANIZAÇÃO Em roda.
_ COMO BRINCAR As crianças cantam a música e ao chegar ao número dez dão um pulo e se agacham.

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Meu galo

Meu galo quebrou o bico
Meu galo nao pode bicar
Meu galo quebrou o bico e nao pode bicar
Meu galo quebrou uma asa
Meu galo nao pode voar
Meu galo quebrou o bico
Quebrou uma asa e nao pode voar
Meu galo quebrou outra asa
meu galo nao pode voar
Meu galo quebrou o bico, quebrou uma, quebrou outra asa e nao pode voar
Meu galo quebrou uma perna
Meu galo nao pode andar
Meu galo quebrou o bico, quebrou uma asa, quebrou outra asa, quebrou uma perna e nao pode andar
Meu galo quebrou outra perna
Meu galo nao pode andar
Meu galo quebrou o bico, quebrou uma asa, quebrou outra asa, quebrou uma perna quebrou outra perna e nao pode andar
Meu galo quebrou o pompom
Meu galo nao pode sentar
Meu galo quebrou o bico, quebrou uma asa, quebrou outra asa, quebrou uma perna,quebrou outra perna quebrou o pompom e nao pode sentar.
Meu galo nao pode bicar
Meu galo quebrou o bico e nao pode bicar
Meu galo quebrou uma asa
Meu galo nao pode voar
Meu galo quebrou o bico
Quebrou uma asa e nao pode voar
Meu galo quebrou outra asa
meu galo nao pode voar
Meu galo quebrou o bico, quebrou uma, quebrou outra asa e nao pode voar
Meu galo quebrou uma perna
Meu galo nao pode andar
Meu galo quebrou o bico, quebrou uma asa, quebrou outra asa, quebrou uma perna e nao pode andar
Meu galo quebrou outra perna
Meu galo nao pode andar
Meu galo quebrou o bico, quebrou uma asa, quebrou outra asa, quebrou uma perna quebrou outra perna e nao pode andar
Meu galo quebrou o pompom
Meu galo nao pode sentar
Meu galo quebrou o bico, quebrou uma asa, quebrou outra asa, quebrou uma perna,quebrou outra perna quebrou o pompom e nao pode sentar.
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MENINO MALUQUINHO
Na próxima semana vou ler para os meus alunos o livro do Ziraldo: "O MENINO MALUQUINHO".
Vou ler um pouco por dia para não ficar cansativo e depois vou sugerir ao grupo as seguintes atividades:
1- Montar o boneco do MENINO MALUQUINHO
2- Fazer uma produção escrita explicando passo a passo como fizeram para montar o MENINO MALUQUINHO;
3- Elaborar uma frase sobre o MENINO MALUQUINHO;
4- Preenche uma ficha com as informações contidas na capa do livro (Título, autor, ilustração e editora)
Vou ler um pouco por dia para não ficar cansativo e depois vou sugerir ao grupo as seguintes atividades:
1- Montar o boneco do MENINO MALUQUINHO
2- Fazer uma produção escrita explicando passo a passo como fizeram para montar o MENINO MALUQUINHO;
3- Elaborar uma frase sobre o MENINO MALUQUINHO;
4- Preenche uma ficha com as informações contidas na capa do livro (Título, autor, ilustração e editora)
Você conhece?

A TV Escola é um canal do Ministério da Educação, sobre educação e para a educação. No ar 24 horas por dia, o canal exibe os melhores documentários e séries nacionais e internacionais.
Para professores é uma ferramenta de formação continuada, pois, além dos vídeos, exibe comentários e dicas pedagógicas. Para os alunos, uma fonte de conhecimento e aprendizagem sobre História, Ciências, Matemática, Geografia, Língua Portuguesa e todas as outras áreas curriculares da Educação Básica.
Para professores é uma ferramenta de formação continuada, pois, além dos vídeos, exibe comentários e dicas pedagógicas. Para os alunos, uma fonte de conhecimento e aprendizagem sobre História, Ciências, Matemática, Geografia, Língua Portuguesa e todas as outras áreas curriculares da Educação Básica.
Faça o que se pede:
b) Pinte o tronco de Maria Clara.
c) Desenhe os membros inferiores de Gabriela.
d) Complete o corpo de Gustavo.
Resolva do seu jeito (pode ser com palavras, riscos, desenhos...) Vamos experimentar?
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
b) A dona de uma chácara comprou um galo e uma galinha, e colocou ambos no seu galinheiro, que estava vazio. Depois de um tempo, nasceram 4 pintinhos. Quantas aves ficaram, então, vivendo no galinheiro?
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ _ _
c) João é vendedor de picolés. Pela manhã, ele saiu da fábrica com 18 picolés. Voltou depois de uma hora para lanchar e contou 9 picolés que não foram vendidos. Quantos picolés João vendeu antes da hora do lanche?
_ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
d) Um pedreiro construiu, em um dia, 3 metros de muro. No dia seguinte, fez mais 5 metros . Ao todo, quantos metros de muro foram construídos nesses dois dias?
__ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ _ _
e) Na sala de Daniela estudam 15 crianças. Em um dia de chuva, faltaram 8. Quantas crianças daquela turma compareceram nesse dia?
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
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domingo, 25 de outubro de 2009
Escreva a história observando os quadrinhos
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chapeuzinho vermelho,
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história em quadrinhos
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matemática,
números ordinais
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antecessor e sucessor,
matemática,
ordem crescente e decrescente
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adição,
mair e menor,
matemática,
problemas
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....Dinamarca, uma vergonha ...
O mar se tinge de vermelho, entretanto não é devido aos efeitos climáticos da natureza.

Se deve a crueldade com que os seres humanos (ser civilizado) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos.
Golfinhos Calderon.

Isso acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca. Deste massacre participam principalmente jovens
Por que?
Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduros

Em tal celebração, nada falta para a diversão
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA, matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”.

Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.


Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.

Mas sofre e não há compaixão até que este dócil ser se sangrar lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.

Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade.

Basta!!!!
Se deve a crueldade com que os seres humanos (ser civilizado) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos.
Golfinhos Calderon.
Isso acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca. Deste massacre participam principalmente jovens
Por que?
Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduros
Em tal celebração, nada falta para a diversão
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA, matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”.
Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.
Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.
Mas sofre e não há compaixão até que este dócil ser se sangrar lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.
Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade.
Basta!!!!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Dislexia
Jaime Zorzi (Revista Aprendizagem, 1ª edição.)
"Ler e escrever corresponde a fatores fundamentais para a garantia do desenvolvimento escolar, uma vez que é sobre tais capacidades que se assentarão as futuras aprendizagens. Qualquer dificuldade no processo de aquisição da escrita pode privar a criança de ter acesso a uma série de conhecimentos e, conseqüentemente, prejudicar sua evolução escolar,. Isso acaba por causar danos evidentes que também se manifestarão, tanto no plano afetivo quanto social."Uma diversidade de causas têm sido descritas por aqueles que se dedicam a estudar tal problema. Tradicionalmente, algumas das razões mais amplamente divulgadas dizem respeito a déficits visuais, auditivos e neurológicos, ao domínio pouco desenvolvido de fala e da linguagem, a problemas gerais de saúde, à imaturidade, a fatores emocionais, familiares e sociais. Atualmente, têm-se apontado também para a questão da inadequação de certos métodos escolares e da postura pouco estimulante de muitos professores.
Entretanto, e de forma até mesmo desafiadora para nossa compreensão, diversas crianças consideradas como portadoras de um distúrbio de leitura-escrita não apresentam, aparentemente, relação com nenhuma das causas acima citadas. Elas possuiriam, teoricamente, todos aqueles requisitos tidos como necessários para uma aprendizagem favorável: boas condições familiares, sociais e econômicas, oportunidades escolares adequadas, nível normal de inteligência, ausência de comprometimentos físicos e/ou emocionais significativos. Apesar de apresentarem uma situação desse tipo, tais crianças enfrentam dificuldades para dominar a escrita e a leitura, sem que nenhuma das causas tradicionalmente aceitas possa ser seguramente relacionada ao seu problema.
O termo “dislexia”, ou “dislexia do desenvolvimento”, tem sido tradicionalmente empregado para procurar descrever aquelas crianças que, mesmo sem motivos mais evidentes, não conseguem se desenvolver, sem maiores problemas, no que diz respeito ao aprendizado da leitura-escrita. Embora inicialmente tenha sido empregada para dar conta dos problemas de leitura, tal noção acabou englobando também problemas relativos à escrita, principalmente em relação à ortografia. Dislexia refere-se, portanto, às inabilidades ou dificuldades para o aprendizado da leitura-escrita, tendo como possível causa uma disfunção de áreas cerebrais responsáveis por habilidades necessárias para que tal aprendizagem possa ocorrer de modo satisfatório.
O uso do termo “dislexia” tem, ao longo do tempo, gerado muita confusão e controvérsia. Os primeiros pesquisadores do problema começaram empregando expressões como cegueira verbal, estrefossimbolia, legastenia, entre outros conceitos, para se referirem a diversas alterações observadas quanto ao domínio da leitura-escrita. Porém, definida em termos muito genéricos, a noção de dislexia sofreu uma supergeneralização, aplicando-se, muitas vezes, a toda e qualquer alteração observada nas crianças, quaisquer que sejam as causas ou características de tais alterações.
Distúrbios de aprendizagem de diversas ordens, que podem afetar a leitura e a escrita de diferentes maneiras, passaram a ser sinônimos de dislexia. Porém, parece ter passado despercebido que, se por um lado ela pode ser considerada como um tipo particular de distúrbio de aprendizagem, por outro, estes não se limitam à dislexia.
Do ponto de vista científico, falta um consenso ou uma compreensão mais detalhada do que pode vir a ser, de fato, a dislexia. Temos encontrado definições que abrangem, desde problemas específicos de inversão da ordem das letras dentro de uma palavra, até grandes dificuldades para compreender e memorizar um texto lido.
No Brasil, infelizmente, não conseguimos fugir de tal tendência supergeneralizadora. À medida que essa noção se popularizou e começou a ser empregada nas escolas, e mesmo em termos de conhecimento de senso comum, a dislexia passou a ser considerada, com muita freqüência, como uma “doença”. Pior do que isso, ela costuma ser vista como um mal incurável, sem solução. Os comportamentos dos disléxicos tendem a ser analisados em função do problema que apresentam, levando-os a serem tratados, muitas vezes, como incapazes. E essa é uma das piores atitudes que pode haver em relação a alguém que, por algum motivo, vem apresentando, especificamente, uma dificuldade em maior ou menor grau para assimilar ou dominar o sistema de escrita. Além do mais, tais dificuldades podem ser, via de regra, superadas ou minimizadas a partir de trabalhos planejados e desenvolvidos adequadamente, principalmente quando se conta com a participação e colaboração da escola.
Podemos observar que, quanto mais avançam os conhecimentos acerca dos processos envolvidos na aquisição da leitura-escrita, assim como a respeito das condições que são desfavoráveis para tal evolução, maior é a precisão com que a noção de dislexia tem sido empregada. Temos aprendido que é possível analisar, na história da criança, na avaliação clínica, assim como nas circunstâncias atuais de sua vida, uma somatória de fatores que podem ter uma forte correlação com as limitações apresentadas, e assim trabalhar no sentido de eliminá-las ou minimizá-las. Para tanto, a compreensão do que é a dislexia e o estabelecimento de uma parceria sólida entre escola, criança, família e especialista, constituem a base para as melhoras que devem ser buscadas. *
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